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Tudo o que você precisa saber sobre Gestão de Estoque no varejo | 2026

Autor: Max Assunto:
  • Gestão de Estoque
  • Ponto de Venda
  • Sistemas de Gestão
  • Supermercado
  • Supermercados e Varejo
Data: 19/02/2026
Tudo o que você precisa saber sobre Gestão de Estoque no varejo | 2026

A gestão de estoque é uma das engrenagens mais importantes do varejo. Em 2026, com margens cada vez mais apertadas, aumento do mix de produtos, maior exigência do consumidor e operações mais integradas, controlar bem o estoque deixou de ser apenas uma tarefa operacional e passou a ser uma decisão estratégica.

Uma boa gestão de estoque garante que o produto certo esteja disponível, no momento certo, na quantidade ideal. Ao mesmo tempo, evita perdas, desperdícios, capital parado e rupturas que comprometem vendas e a experiência do cliente.

Neste conteúdo, você vai entender o que é gestão de estoque, como fazer de forma eficiente e quais são os principais métodos utilizados no varejo moderno, com foco na realidade de supermercados, lojas e pequenos varejistas.

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  • O que é Gestão de Estoque?
  • Por que o controle de estoque é tão importante?
  • Como evitar prejuízos no controle de estoque?
  • Como fazer uma boa gestão de estoque no varejo?
  • Principais métodos de gestão de estoque
  • Tipos de estoque mais comuns no varejo
  • Indicadores de estoque que você precisa acompanhar
  • Boas práticas para uma gestão de estoque eficiente
  • Qual a melhor ferramenta para fazer a gestão de estoque?
  • O que significa integrar PDV, estoque e vendas na prática?
  • Os pilares da integração no supermercado em 2026

O que é Gestão de Estoque?

Gestão de estoque é o conjunto de práticas, processos e estratégias utilizadas para controlar entradas, saídas, armazenamento e reposição de mercadorias, buscando equilibrar oferta e demanda, reduzir custos operacionais e evitar perdas.

Mais do que saber “quanto tem no estoque”, a gestão envolve planejamento, análise de dados e integração com compras, vendas, logística e financeiro.

Segundo Bráulio Wilker, no livro Gestão de Estoques, o gerenciamento de estoque atua diretamente sobre os processos de suprimento, respondendo a três perguntas essenciais:

  • O que suprir?
  • Em que quantidade suprir?
  • Em que momento suprir?

O autor destaca que o controle de estoque possui três grandes objetivos, que muitas vezes entram em conflito entre si:

  1. Maximizar o nível de serviço, garantindo atendimento à demanda.
  2. Reduzir os custos totais de estoque, por meio do giro e do controle de investimentos.
  3. Otimizar a eficiência operacional dos processos de suprimento.

A gestão de estoque é, portanto, a arte de equilibrar esses objetivos conflitantes, priorizando metas de forma estratégica.

Por que o controle de estoque é tão importante?

O estoque é o elo entre compra e venda. Se ele falha, a venda não acontece.

Uma gestão eficiente garante que o produto certo esteja disponível no momento em que o cliente decide comprar. Isso evita frustrações, aumenta a taxa de conversão e fortalece a fidelização.

Evita rupturas e perda de vendas

A ruptura ocorre quando o cliente procura um produto e não encontra. Além da venda perdida naquele momento, há um risco real de perda definitiva do cliente.

Com controle preciso de entradas e saídas, o varejista sabe exatamente o saldo disponível de cada item e consegue planejar reposições antes que a gôndola fique vazia.

Melhora o nível de serviço e a experiência do cliente

Estoque organizado significa processos mais ágeis de separação, reposição e entrega. Isso se reflete em menos erros, menos atrasos e mais satisfação.

Clientes que encontram o que procuram, com rapidez e consistência, tendem a comprar mais vezes e a recomendar o estabelecimento.

Identifica produtos de alto giro

Nem todos os produtos têm o mesmo peso nas vendas. Um bom controle de estoque mostra claramente quais itens giram mais, quais sustentam o faturamento e quais precisam de atenção especial em datas sazonais.

Com essa informação, o varejista evita perder vendas por falta de produtos estratégicos e direciona melhor seus investimentos em compra.

Otimiza promoções e libera caixa

Produtos parados representam dinheiro imobilizado. Ao identificar mercadorias com baixo giro, é possível criar ações promocionais para acelerar a venda, liberar espaço físico e gerar caixa para novas oportunidades.

Como evitar prejuízos no controle de estoque?

Vender mais é importante, mas evitar perdas é essencial para manter a margem saudável.

Redução de estoque parado

Mercadoria encalhada ocupa espaço, consome recursos e corre risco de obsolescência, vencimento ou desvalorização. Com controle adequado, o varejista compra de forma mais consciente, evitando excesso e desperdício.

Menos custos de armazenagem

Quanto maior o estoque desnecessário, maiores são os custos com espaço, seguro, manuseio e segurança. Um estoque enxuto reduz despesas operacionais e melhora o resultado financeiro.

Redução de avarias e vencimentos

Métodos como o PEPS (Primeiro que Entra, Primeiro que Sai) só funcionam quando o estoque é bem controlado. Isso é fundamental para produtos perecíveis, comuns no varejo alimentar.

Melhor uso do capital de giro

Dinheiro parado em estoque é dinheiro que deixa de gerar retorno. Quando o estoque gira mais rápido, o capital fica disponível para investir em marketing, melhorias na loja ou negociações mais vantajosas com fornecedores.

LEIA TAMBÉM >>> A importância dos controles internos de estoque e inventário (e o que o caso Grupo Mateus revela sobre riscos operacionais).

Como fazer uma boa gestão de estoque no varejo?

Uma gestão eficiente começa com processos bem definidos e é potencializada pelo uso da tecnologia. Veja os principais pilares.

Registre todas as movimentações

É fundamental controlar todas as entradas, saídas, trocas, devoluções, perdas e transferências. Sem registros completos, não existe controle confiável.

Utilize tecnologia de gestão

Sistemas de gestão de estoque e ERPs automatizam processos, reduzem erros manuais e geram relatórios essenciais para a tomada de decisão. Soluções integradas permitem acompanhar o estoque em tempo real, inclusive na frente de caixa.

Preveja a demanda

Analisar histórico de vendas, sazonalidade e comportamento do consumidor ajuda a comprar melhor e evitar tanto a falta quanto o excesso de produtos.

Organize o armazém e o estoque

Produtos bem organizados, identificados e armazenados corretamente facilitam a operação, reduzem perdas e melhoram a produtividade da equipe.

Monitore indicadores de desempenho

Indicadores como giro de estoque, ruptura, cobertura e perdas são essenciais para manter a operação equilibrada e previsível.

Principais métodos de gestão de estoque

Existem diferentes métodos de gestão de estoque, cada um com aplicações específicas. Conhecer essas metodologias ajuda o varejista a escolher a mais adequada para sua realidade.

PEPS (FIFO – Primeiro a Entrar, Primeiro a Sair)

O que é o método PEPS (FIFO)?

O método FIFO (First In, First Out), ou “Primeiro a Entrar, Primeiro a Sair”, estabelece que os itens mais antigos no estoque devem ser vendidos ou utilizados primeiro. Isso é particularmente importante para produtos que têm prazo de validade ou que podem se tornar obsoletos com o tempo.

Por que escolher o método PEPS?

  • Ideal para produtos perecíveis: oPEPS é amplamente utilizado no setor alimentício, especialmente para supermercados, padarias e farmácias, pois garante que os produtos com vencimento mais próximo sejam vendidos primeiro;
  • Redução de perdas: evita que produtos fiquem no estoque até perderem a validade ou sofrerem danos devido ao tempo de armazenamento;
  • Aumento da eficiência: a gestão de inventário torna-se mais fácil e organizada, sem riscos de perder mercadorias importantes.

Quando usar o PEPS?

Este método é a escolha certa para empresas que lidam com produtos perecíveis ou com ciclo de vida limitado. Supermercados, farmácias e qualquer outro estabelecimento que precise garantir a rotação adequada de produtos com validade devem adotar o PEPS.

Exemplo prático:

Em um supermercado, frutas e vegetais devem ser organizados de forma que as unidades mais antigas, que possuem menor prazo de validade, sejam colocadas à frente, garantindo que sejam vendidas primeiro.

 

UEPS (LIFO – Último a Entrar, Primeiro a Sair)

O que é o método UEPS (LIFO)?

O método LIFO (Last In, First Out), ou “Último a Entrar, Primeiro a Sair”, determina que os itens mais recentes no estoque sejam vendidos primeiro. Apesar de ser utilizado por algumas empresas, esse método não é permitido pelas normas contábeis brasileiras.

Por que o LIFO não é recomendado no Brasil?

Devido a regulamentos fiscais, o LIFO não é uma prática recomendada, pois ele pode distorcer a contabilidade da empresa, impactando negativamente a avaliação de estoque, a apuração de impostos e o lucro.

Quando utilizar o LIFO?

Embora a aplicação do LIFO seja limitada no Brasil, ele pode ser útil em mercados onde os preços estão constantemente subindo, como no setor de matérias-primas e produtos não perecíveis. Contudo, as implicações fiscais devem ser consideradas antes de sua adoção.

FEFO (PVPS – Primeiro a Vencer, Primeiro a Sair)

O que é o método FEFO (PVPS)?

O método FEFO (First Expired, First Out), ou “Primeiro a Vencer, Primeiro a Sair”, é focado na data de validade dos produtos. Ou seja, prioriza a venda dos produtos com vencimento mais próximo, independentemente de quando foram adquiridos.

Por que escolher o FEFO?

  • Controle rigoroso de validade: ideal para supermercados, farmácias e negócios que lidam com produtos com prazos de validade curtos;
  • Redução de desperdícios: evita o descarte de produtos vencidos, garantindo que as mercadorias que expiram primeiro sejam vendidas primeiro;
  • Maximização de lucro: minimiza perdas financeiras causadas por vencimento de produtos e diminui o risco de prejudicar a reputação da marca.

Quando usar o FEFO?

Este método é essencial para produtos alimentícios, farmacêuticos e cosméticos. Para qualquer negócio que trabalhe com itens que possuam data de validade, o FEFO garante que o estoque seja administrado de maneira eficiente e sem desperdícios.

Curva ABC

O que é a Curva ABC?

A Curva ABC é uma técnica de classificação de inventário baseada na importância de cada produto para o negócio. Os produtos são classificados em três categorias:

  • Classe A: Produtos de alta prioridade e alto valor, geralmente representando 80% do faturamento;
  • Classe B: Produtos intermediários, com importância média;
  • Classe C: Produtos de baixo valor ou baixo giro.

Por que escolher a Curva ABC?

  • Prioriza itens estratégicos: focar na gestão de itens de alta prioridade e maior valor financeiro;
  • Organiza e otimiza o estoque: facilita a tomada de decisões de compra e reposição, otimizando os recursos e evitando desperdícios;
  • Redução de riscos: impede que itens de baixa importância (classe C) consumam muitos recursos.

Quando usar a Curva ABC?

Ideal para empresas com uma grande variedade de produtos, a Curva ABC ajuda a gerenciar eficientemente o estoque e a alocar recursos de forma estratégica. Supermercados e lojas de grande porte podem usar a Curva ABC para focar nos itens que realmente geram retorno financeiro.

Just in Time (JIT)

O que é o método Just in Time (JIT)?

O Just in Time (JIT) é um método de gestão de estoque onde os produtos são recebidos ou produzidos exatamente quando necessário, sem acumular excesso de inventário. O objetivo é minimizar custos de armazenagem e liberar capital para outras áreas do negócio.

Por que escolher o JIT?

  • Redução de custos com armazenagem: menos necessidade de espaço físico para estoque e menores custos operacionais;
  • Eficiência na produção e distribuição: receber apenas quando necessário elimina o risco de excesso de estoque;
  • Controle financeiro otimizado: o capital de giro é mais bem alocado, pois não fica imobilizado em produtos desnecessários.

Quando usar o JIT?

Este método é ideal para empresas que possuem fornecedores confiáveis e que conseguem garantir uma reposição de estoque rápida e eficiente. A indústria automobilística e varejos de alto giro se beneficiam do JIT, onde a demanda é mais previsível.

Custo Médio

O que é o método de Custo Médio?

O método de Custo Médio calcula o valor médio de todos os itens no estoque a cada nova compra. Em vez de calcular o custo de cada item individualmente, o custo é ponderado com base nas compras anteriores.

Por que escolher o Custo Médio?

  • Simplicidade: este método é fácil de implementar e utilizar, especialmente para empresas com uma grande variedade de produtos e movimentações frequentes;
  • Cumprimento das normas contábeis: é aceito pelas normas brasileiras e é amplamente utilizado no varejo;
  • Previsibilidade: Proporciona uma base sólida para o cálculo de preços e margens de lucro.

Quando usar o Custo Médio?

Ideal para empresas que lidam com produtos de baixo custo e alta rotatividade, o Custo Médio permite um controle eficiente de estoque e facilita a gestão financeira sem complicações.

Estoque de segurança

O que é o Estoque de Segurança?

O Estoque de Segurança é uma quantidade extra de produto mantida para cobrir variações inesperadas na demanda ou atrasos de fornecedores, garantindo que não haja ruptura de estoque.

Por que escolher o Estoque de Segurança?

  • Mitigação de riscos: Garante que o varejista tenha produtos suficientes para cobrir aumentos inesperados na demanda;
  • Evita perdas de vendas: Não há risco de ficar sem produto, o que ajuda a manter o fluxo de vendas constante;
  • Ajuste conforme a demanda: Permite ajustar a quantidade de segurança conforme a sazonalidade e comportamento de compras.

Quando usar o Estoque de Segurança?

Essencial para empresas que enfrentam alta variabilidade na demanda ou que dependem de fornecedores com prazos de entrega mais longos. Isso é muito comum no setor alimentar e em produtos com alta demanda sazonal.

Tipos de estoque mais comuns no varejo

Além dos métodos, é importante entender os tipos de estoque existentes e como eles se aplicam à operação.

  • Estoque de antecipação: mantido para atender picos de demanda futuros.
  • Estoque consignado: produtos ficam na loja, mas só são pagos após a venda.
  • Estoque de ciclo: acompanha oscilações normais de vendas e sazonalidade.
  • Estoque inativo: produtos parados, obsoletos ou sem giro.
  • Dropshipping: o varejista não mantém estoque, o fornecedor envia direto ao cliente.
  • Estoque de contingência: reserva para eventos imprevistos na cadeia de suprimentos.

Indicadores de estoque que você precisa acompanhar

Acompanhar indicadores transforma a gestão de estoque em um processo estratégico e orientado por dados.

Giro de estoque

Mostra quantas vezes o estoque foi renovado em um período.

Fórmula:
Giro de Estoque = Vendas / Estoque Médio

Ruptura de estoque

Mede a frequência de produtos indisponíveis. Cada ruptura representa uma venda perdida.

Taxa de retorno

Avalia devoluções e ajuda a identificar falhas logísticas ou problemas de qualidade.

On Shelf Availability (OSA)

Indica a disponibilidade do produto na gôndola no momento da compra.

Cobertura de estoque

Mostra por quantos dias o estoque atual atende à demanda prevista.

Cobertura = Estoque Atual / Média de Vendas Diárias

Tempo de reposição

Mede o intervalo entre o pedido ao fornecedor e a chegada do produto.

Desempenho da cadeia de suprimentos

Avalia eficiência logística, custos e prazos, impactando todos os outros indicadores.

Boas práticas para uma gestão de estoque eficiente

Algumas práticas são indispensáveis para evitar prejuízos e melhorar os resultados:

  • manter registros precisos de entradas e saídas;
  • acompanhar o giro dos produtos;
  • evitar tanto a falta quanto o excesso de mercadorias;
  • realizar inventários periódicos;
  • padronizar o cadastro de itens;
  • integrar estoque, compras e vendas;
  • abandonar controles manuais;
  • organizar fisicamente o estoque.

Qual a melhor ferramenta para fazer a gestão de estoque?

Apesar de existirem planilhas e ferramentas simples, o cenário de 2026 exige sistemas integrados. O ERP é a solução mais completa para o varejo.

Um sistema ERP permite:

  • controle automático de estoque;
  • integração com PDV, vendas e financeiro;
  • redução de erros;
  • geração de relatórios estratégicos;
  • decisões mais rápidas e seguras.

Durante muitos anos, foi comum encontrar supermercados operando com sistemas separados: um para o caixa, outro para o estoque e, em alguns casos, controles financeiros feitos em planilhas. Esse modelo não acompanha mais a dinâmica do varejo atual.

O que significa integrar PDV, estoque e vendas na prática?

Integrar esses três pilares significa garantir que toda venda registrada no PDV atualize automaticamente o estoque e gere dados confiáveis para análise de desempenho e tomada de decisão.

Na prática, isso envolve:

  • sincronização imediata de dados entre frente de caixa e retaguarda;
  • controle automático de entradas e saídas de mercadorias;
  • relatórios consolidados de vendas, giro, margem e desempenho por produto;
  • visão financeira integrada, conectando vendas, estoque e fluxo de caixa.

Essa unificação elimina retrabalho, reduz erros humanos e torna a gestão mais previsível.

Os pilares da integração no supermercado em 2026

1. Sistema ERP em nuvem e em tempo real

O primeiro passo para integrar PDV, estoque e vendas é contar com um sistema de gestão centralizado, capaz de atualizar informações automaticamente a cada operação.

Um ERP em nuvem permite:

  • atualização do estoque em tempo real a cada venda no PDV;
  • acesso às informações de qualquer lugar, com segurança;
  • integração entre loja física, e-commerce, WhatsApp e outros canais;
  • consistência de preços e saldos em todos os pontos de venda.

Além disso, o funcionamento do PDV offline é essencial. Mesmo sem internet, as vendas continuam sendo registradas, com sincronização automática assim que a conexão é restabelecida, evitando paralisações e perdas de informação.

2. Gestão inteligente de estoque com automação e dados

Em 2026, o controle de estoque precisa ir além do registro básico de entradas e saídas. A integração permite uma gestão mais inteligente e estratégica.

Com sistemas integrados, o supermercado passa a contar com:

  • previsão de demanda baseada em histórico de vendas, reduzindo excessos e rupturas;
  • reposições mais precisas, alinhadas ao giro real dos produtos;
  • rastreabilidade de mercadorias, com códigos de barras padronizados;
  • aplicação de métodos como PEPS para reduzir perdas por vencimento.

Esse nível de controle transforma o estoque de um centro de custos em uma ferramenta ativa de apoio às vendas.

3. Evolução da frente de caixa (PDV 2026)

O PDV deixou de ser apenas um ponto de registro de vendas. Ele se tornou uma das principais fontes de dados estratégicos do supermercado.

Com a integração correta, o PDV permite:

  • agilidade no checkout, reduzindo filas e melhorando a experiência do cliente;
  • integração direta com meios de pagamento, evitando erros de digitação e facilitando a conciliação financeira;
  • geração de relatórios automáticos sobre produtos mais vendidos, ticket médio e margem por item.

Esses dados deixam de ficar “parados” no sistema e passam a orientar decisões diárias da gestão.

4. Estratégias operacionais apoiadas por dados

A integração também impacta diretamente a operação do supermercado.

Algumas práticas essenciais incluem:

  • inventário rotativo, garantindo que o estoque físico esteja sempre alinhado ao sistema;
  • organização do layout da loja com base nos dados de venda e comportamento do consumidor;
  • ajustes contínuos no mix de produtos, priorizando itens de maior giro e margem.

Com dados confiáveis, a operação se torna mais previsível, organizada e eficiente.

A Casa Magalhães oferece soluções completas e integradas, como SysPDV e Varejofacil, que ajudam supermercados e varejistas a organizar a operação, reduzir perdas e ganhar eficiência no dia a dia.

A gestão de estoque no varejo deixou de ser apenas uma tarefa operacional. Em 2026, ela é uma alavanca estratégica para aumentar vendas, reduzir prejuízos, proteger a margem e melhorar a experiência do cliente.

Com processos bem definidos, métodos adequados e tecnologia integrada, o varejista consegue transformar o estoque em um aliado do crescimento, tomando decisões mais inteligentes, previsíveis e sustentáveis.

Se quiser ajuda para adotar ferramentas e garantir uma boa gestão de estoque, preencha o formulário abaixo e fale com um especialista Casa Magalhães agora mesmo!

Tags: Automação Comercial, Gestão de empresas, Gestão de Estoque, Ponto de Venda, Prevenção de Perdas, Sistemas de Gestão, Supermercado, Supermercado e Varejo, SysPDV, Varejo, Varejofacil
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