Tudo o que você precisa saber sobre Gestão de Estoque no varejo | 2026
A gestão de estoque é uma das engrenagens mais importantes do varejo. Em 2026, com margens cada vez mais apertadas, aumento do mix de produtos, maior exigência do consumidor e operações mais integradas, controlar bem o estoque deixou de ser apenas uma tarefa operacional e passou a ser uma decisão estratégica.
Uma boa gestão de estoque garante que o produto certo esteja disponível, no momento certo, na quantidade ideal. Ao mesmo tempo, evita perdas, desperdícios, capital parado e rupturas que comprometem vendas e a experiência do cliente.
Neste conteúdo, você vai entender o que é gestão de estoque, como fazer de forma eficiente e quais são os principais métodos utilizados no varejo moderno, com foco na realidade de supermercados, lojas e pequenos varejistas.
O que é Gestão de Estoque?
Gestão de estoque é o conjunto de práticas, processos e estratégias utilizadas para controlar entradas, saídas, armazenamento e reposição de mercadorias, buscando equilibrar oferta e demanda, reduzir custos operacionais e evitar perdas.
Mais do que saber “quanto tem no estoque”, a gestão envolve planejamento, análise de dados e integração com compras, vendas, logística e financeiro.
Segundo Bráulio Wilker, no livro Gestão de Estoques, o gerenciamento de estoque atua diretamente sobre os processos de suprimento, respondendo a três perguntas essenciais:
- O que suprir?
- Em que quantidade suprir?
- Em que momento suprir?
O autor destaca que o controle de estoque possui três grandes objetivos, que muitas vezes entram em conflito entre si:
- Maximizar o nível de serviço, garantindo atendimento à demanda.
- Reduzir os custos totais de estoque, por meio do giro e do controle de investimentos.
- Otimizar a eficiência operacional dos processos de suprimento.
A gestão de estoque é, portanto, a arte de equilibrar esses objetivos conflitantes, priorizando metas de forma estratégica.
Por que o controle de estoque é tão importante?
O estoque é o elo entre compra e venda. Se ele falha, a venda não acontece.
Uma gestão eficiente garante que o produto certo esteja disponível no momento em que o cliente decide comprar. Isso evita frustrações, aumenta a taxa de conversão e fortalece a fidelização.
Evita rupturas e perda de vendas
A ruptura ocorre quando o cliente procura um produto e não encontra. Além da venda perdida naquele momento, há um risco real de perda definitiva do cliente.
Com controle preciso de entradas e saídas, o varejista sabe exatamente o saldo disponível de cada item e consegue planejar reposições antes que a gôndola fique vazia.
Melhora o nível de serviço e a experiência do cliente
Estoque organizado significa processos mais ágeis de separação, reposição e entrega. Isso se reflete em menos erros, menos atrasos e mais satisfação.
Clientes que encontram o que procuram, com rapidez e consistência, tendem a comprar mais vezes e a recomendar o estabelecimento.
Identifica produtos de alto giro
Nem todos os produtos têm o mesmo peso nas vendas. Um bom controle de estoque mostra claramente quais itens giram mais, quais sustentam o faturamento e quais precisam de atenção especial em datas sazonais.
Com essa informação, o varejista evita perder vendas por falta de produtos estratégicos e direciona melhor seus investimentos em compra.
Otimiza promoções e libera caixa
Produtos parados representam dinheiro imobilizado. Ao identificar mercadorias com baixo giro, é possível criar ações promocionais para acelerar a venda, liberar espaço físico e gerar caixa para novas oportunidades.
Como evitar prejuízos no controle de estoque?
Vender mais é importante, mas evitar perdas é essencial para manter a margem saudável.
Redução de estoque parado
Mercadoria encalhada ocupa espaço, consome recursos e corre risco de obsolescência, vencimento ou desvalorização. Com controle adequado, o varejista compra de forma mais consciente, evitando excesso e desperdício.
Menos custos de armazenagem
Quanto maior o estoque desnecessário, maiores são os custos com espaço, seguro, manuseio e segurança. Um estoque enxuto reduz despesas operacionais e melhora o resultado financeiro.
Redução de avarias e vencimentos
Métodos como o PEPS (Primeiro que Entra, Primeiro que Sai) só funcionam quando o estoque é bem controlado. Isso é fundamental para produtos perecíveis, comuns no varejo alimentar.
Melhor uso do capital de giro
Dinheiro parado em estoque é dinheiro que deixa de gerar retorno. Quando o estoque gira mais rápido, o capital fica disponível para investir em marketing, melhorias na loja ou negociações mais vantajosas com fornecedores.
LEIA TAMBÉM >>> A importância dos controles internos de estoque e inventário (e o que o caso Grupo Mateus revela sobre riscos operacionais).
Como fazer uma boa gestão de estoque no varejo?
Uma gestão eficiente começa com processos bem definidos e é potencializada pelo uso da tecnologia. Veja os principais pilares.
Registre todas as movimentações
É fundamental controlar todas as entradas, saídas, trocas, devoluções, perdas e transferências. Sem registros completos, não existe controle confiável.
Utilize tecnologia de gestão
Sistemas de gestão de estoque e ERPs automatizam processos, reduzem erros manuais e geram relatórios essenciais para a tomada de decisão. Soluções integradas permitem acompanhar o estoque em tempo real, inclusive na frente de caixa.
Preveja a demanda
Analisar histórico de vendas, sazonalidade e comportamento do consumidor ajuda a comprar melhor e evitar tanto a falta quanto o excesso de produtos.
Organize o armazém e o estoque
Produtos bem organizados, identificados e armazenados corretamente facilitam a operação, reduzem perdas e melhoram a produtividade da equipe.
Monitore indicadores de desempenho
Indicadores como giro de estoque, ruptura, cobertura e perdas são essenciais para manter a operação equilibrada e previsível.
Principais métodos de gestão de estoque
Existem diferentes métodos de gestão de estoque, cada um com aplicações específicas. Conhecer essas metodologias ajuda o varejista a escolher a mais adequada para sua realidade.
PEPS (FIFO – Primeiro a Entrar, Primeiro a Sair)
O que é o método PEPS (FIFO)?
O método FIFO (First In, First Out), ou “Primeiro a Entrar, Primeiro a Sair”, estabelece que os itens mais antigos no estoque devem ser vendidos ou utilizados primeiro. Isso é particularmente importante para produtos que têm prazo de validade ou que podem se tornar obsoletos com o tempo.
Por que escolher o método PEPS?
- Ideal para produtos perecíveis: oPEPS é amplamente utilizado no setor alimentício, especialmente para supermercados, padarias e farmácias, pois garante que os produtos com vencimento mais próximo sejam vendidos primeiro;
- Redução de perdas: evita que produtos fiquem no estoque até perderem a validade ou sofrerem danos devido ao tempo de armazenamento;
- Aumento da eficiência: a gestão de inventário torna-se mais fácil e organizada, sem riscos de perder mercadorias importantes.
Quando usar o PEPS?
Este método é a escolha certa para empresas que lidam com produtos perecíveis ou com ciclo de vida limitado. Supermercados, farmácias e qualquer outro estabelecimento que precise garantir a rotação adequada de produtos com validade devem adotar o PEPS.
Exemplo prático:
Em um supermercado, frutas e vegetais devem ser organizados de forma que as unidades mais antigas, que possuem menor prazo de validade, sejam colocadas à frente, garantindo que sejam vendidas primeiro.
UEPS (LIFO – Último a Entrar, Primeiro a Sair)
O que é o método UEPS (LIFO)?
O método LIFO (Last In, First Out), ou “Último a Entrar, Primeiro a Sair”, determina que os itens mais recentes no estoque sejam vendidos primeiro. Apesar de ser utilizado por algumas empresas, esse método não é permitido pelas normas contábeis brasileiras.
Por que o LIFO não é recomendado no Brasil?
Devido a regulamentos fiscais, o LIFO não é uma prática recomendada, pois ele pode distorcer a contabilidade da empresa, impactando negativamente a avaliação de estoque, a apuração de impostos e o lucro.
Quando utilizar o LIFO?
Embora a aplicação do LIFO seja limitada no Brasil, ele pode ser útil em mercados onde os preços estão constantemente subindo, como no setor de matérias-primas e produtos não perecíveis. Contudo, as implicações fiscais devem ser consideradas antes de sua adoção.
FEFO (PVPS – Primeiro a Vencer, Primeiro a Sair)
O que é o método FEFO (PVPS)?
O método FEFO (First Expired, First Out), ou “Primeiro a Vencer, Primeiro a Sair”, é focado na data de validade dos produtos. Ou seja, prioriza a venda dos produtos com vencimento mais próximo, independentemente de quando foram adquiridos.
Por que escolher o FEFO?
- Controle rigoroso de validade: ideal para supermercados, farmácias e negócios que lidam com produtos com prazos de validade curtos;
- Redução de desperdícios: evita o descarte de produtos vencidos, garantindo que as mercadorias que expiram primeiro sejam vendidas primeiro;
- Maximização de lucro: minimiza perdas financeiras causadas por vencimento de produtos e diminui o risco de prejudicar a reputação da marca.
Quando usar o FEFO?
Este método é essencial para produtos alimentícios, farmacêuticos e cosméticos. Para qualquer negócio que trabalhe com itens que possuam data de validade, o FEFO garante que o estoque seja administrado de maneira eficiente e sem desperdícios.
Curva ABC
O que é a Curva ABC?
A Curva ABC é uma técnica de classificação de inventário baseada na importância de cada produto para o negócio. Os produtos são classificados em três categorias:
- Classe A: Produtos de alta prioridade e alto valor, geralmente representando 80% do faturamento;
- Classe B: Produtos intermediários, com importância média;
- Classe C: Produtos de baixo valor ou baixo giro.
Por que escolher a Curva ABC?
- Prioriza itens estratégicos: focar na gestão de itens de alta prioridade e maior valor financeiro;
- Organiza e otimiza o estoque: facilita a tomada de decisões de compra e reposição, otimizando os recursos e evitando desperdícios;
- Redução de riscos: impede que itens de baixa importância (classe C) consumam muitos recursos.
Quando usar a Curva ABC?
Ideal para empresas com uma grande variedade de produtos, a Curva ABC ajuda a gerenciar eficientemente o estoque e a alocar recursos de forma estratégica. Supermercados e lojas de grande porte podem usar a Curva ABC para focar nos itens que realmente geram retorno financeiro.
Just in Time (JIT)
O que é o método Just in Time (JIT)?
O Just in Time (JIT) é um método de gestão de estoque onde os produtos são recebidos ou produzidos exatamente quando necessário, sem acumular excesso de inventário. O objetivo é minimizar custos de armazenagem e liberar capital para outras áreas do negócio.
Por que escolher o JIT?
- Redução de custos com armazenagem: menos necessidade de espaço físico para estoque e menores custos operacionais;
- Eficiência na produção e distribuição: receber apenas quando necessário elimina o risco de excesso de estoque;
- Controle financeiro otimizado: o capital de giro é mais bem alocado, pois não fica imobilizado em produtos desnecessários.
Quando usar o JIT?
Este método é ideal para empresas que possuem fornecedores confiáveis e que conseguem garantir uma reposição de estoque rápida e eficiente. A indústria automobilística e varejos de alto giro se beneficiam do JIT, onde a demanda é mais previsível.
Custo Médio
O que é o método de Custo Médio?
O método de Custo Médio calcula o valor médio de todos os itens no estoque a cada nova compra. Em vez de calcular o custo de cada item individualmente, o custo é ponderado com base nas compras anteriores.
Por que escolher o Custo Médio?
- Simplicidade: este método é fácil de implementar e utilizar, especialmente para empresas com uma grande variedade de produtos e movimentações frequentes;
- Cumprimento das normas contábeis: é aceito pelas normas brasileiras e é amplamente utilizado no varejo;
- Previsibilidade: Proporciona uma base sólida para o cálculo de preços e margens de lucro.
Quando usar o Custo Médio?
Ideal para empresas que lidam com produtos de baixo custo e alta rotatividade, o Custo Médio permite um controle eficiente de estoque e facilita a gestão financeira sem complicações.
Estoque de segurança
O que é o Estoque de Segurança?
O Estoque de Segurança é uma quantidade extra de produto mantida para cobrir variações inesperadas na demanda ou atrasos de fornecedores, garantindo que não haja ruptura de estoque.
Por que escolher o Estoque de Segurança?
- Mitigação de riscos: Garante que o varejista tenha produtos suficientes para cobrir aumentos inesperados na demanda;
- Evita perdas de vendas: Não há risco de ficar sem produto, o que ajuda a manter o fluxo de vendas constante;
- Ajuste conforme a demanda: Permite ajustar a quantidade de segurança conforme a sazonalidade e comportamento de compras.
Quando usar o Estoque de Segurança?
Essencial para empresas que enfrentam alta variabilidade na demanda ou que dependem de fornecedores com prazos de entrega mais longos. Isso é muito comum no setor alimentar e em produtos com alta demanda sazonal.
Tipos de estoque mais comuns no varejo
Além dos métodos, é importante entender os tipos de estoque existentes e como eles se aplicam à operação.
- Estoque de antecipação: mantido para atender picos de demanda futuros.
- Estoque consignado: produtos ficam na loja, mas só são pagos após a venda.
- Estoque de ciclo: acompanha oscilações normais de vendas e sazonalidade.
- Estoque inativo: produtos parados, obsoletos ou sem giro.
- Dropshipping: o varejista não mantém estoque, o fornecedor envia direto ao cliente.
- Estoque de contingência: reserva para eventos imprevistos na cadeia de suprimentos.
Indicadores de estoque que você precisa acompanhar
Acompanhar indicadores transforma a gestão de estoque em um processo estratégico e orientado por dados.
Giro de estoque
Mostra quantas vezes o estoque foi renovado em um período.
Fórmula:
Giro de Estoque = Vendas / Estoque Médio
Ruptura de estoque
Mede a frequência de produtos indisponíveis. Cada ruptura representa uma venda perdida.
Taxa de retorno
Avalia devoluções e ajuda a identificar falhas logísticas ou problemas de qualidade.
On Shelf Availability (OSA)
Indica a disponibilidade do produto na gôndola no momento da compra.
Cobertura de estoque
Mostra por quantos dias o estoque atual atende à demanda prevista.
Cobertura = Estoque Atual / Média de Vendas Diárias
Tempo de reposição
Mede o intervalo entre o pedido ao fornecedor e a chegada do produto.
Desempenho da cadeia de suprimentos
Avalia eficiência logística, custos e prazos, impactando todos os outros indicadores.
Boas práticas para uma gestão de estoque eficiente
Algumas práticas são indispensáveis para evitar prejuízos e melhorar os resultados:
- manter registros precisos de entradas e saídas;
- acompanhar o giro dos produtos;
- evitar tanto a falta quanto o excesso de mercadorias;
- realizar inventários periódicos;
- padronizar o cadastro de itens;
- integrar estoque, compras e vendas;
- abandonar controles manuais;
- organizar fisicamente o estoque.
Qual a melhor ferramenta para fazer a gestão de estoque?
Apesar de existirem planilhas e ferramentas simples, o cenário de 2026 exige sistemas integrados. O ERP é a solução mais completa para o varejo.
Um sistema ERP permite:
- controle automático de estoque;
- integração com PDV, vendas e financeiro;
- redução de erros;
- geração de relatórios estratégicos;
- decisões mais rápidas e seguras.
Durante muitos anos, foi comum encontrar supermercados operando com sistemas separados: um para o caixa, outro para o estoque e, em alguns casos, controles financeiros feitos em planilhas. Esse modelo não acompanha mais a dinâmica do varejo atual.
O que significa integrar PDV, estoque e vendas na prática?
Integrar esses três pilares significa garantir que toda venda registrada no PDV atualize automaticamente o estoque e gere dados confiáveis para análise de desempenho e tomada de decisão.
Na prática, isso envolve:
- sincronização imediata de dados entre frente de caixa e retaguarda;
- controle automático de entradas e saídas de mercadorias;
- relatórios consolidados de vendas, giro, margem e desempenho por produto;
- visão financeira integrada, conectando vendas, estoque e fluxo de caixa.
Essa unificação elimina retrabalho, reduz erros humanos e torna a gestão mais previsível.
Os pilares da integração no supermercado em 2026
1. Sistema ERP em nuvem e em tempo real
O primeiro passo para integrar PDV, estoque e vendas é contar com um sistema de gestão centralizado, capaz de atualizar informações automaticamente a cada operação.
Um ERP em nuvem permite:
- atualização do estoque em tempo real a cada venda no PDV;
- acesso às informações de qualquer lugar, com segurança;
- integração entre loja física, e-commerce, WhatsApp e outros canais;
- consistência de preços e saldos em todos os pontos de venda.
Além disso, o funcionamento do PDV offline é essencial. Mesmo sem internet, as vendas continuam sendo registradas, com sincronização automática assim que a conexão é restabelecida, evitando paralisações e perdas de informação.
2. Gestão inteligente de estoque com automação e dados
Em 2026, o controle de estoque precisa ir além do registro básico de entradas e saídas. A integração permite uma gestão mais inteligente e estratégica.
Com sistemas integrados, o supermercado passa a contar com:
- previsão de demanda baseada em histórico de vendas, reduzindo excessos e rupturas;
- reposições mais precisas, alinhadas ao giro real dos produtos;
- rastreabilidade de mercadorias, com códigos de barras padronizados;
- aplicação de métodos como PEPS para reduzir perdas por vencimento.
Esse nível de controle transforma o estoque de um centro de custos em uma ferramenta ativa de apoio às vendas.
3. Evolução da frente de caixa (PDV 2026)
O PDV deixou de ser apenas um ponto de registro de vendas. Ele se tornou uma das principais fontes de dados estratégicos do supermercado.
Com a integração correta, o PDV permite:
- agilidade no checkout, reduzindo filas e melhorando a experiência do cliente;
- integração direta com meios de pagamento, evitando erros de digitação e facilitando a conciliação financeira;
- geração de relatórios automáticos sobre produtos mais vendidos, ticket médio e margem por item.
Esses dados deixam de ficar “parados” no sistema e passam a orientar decisões diárias da gestão.
4. Estratégias operacionais apoiadas por dados
A integração também impacta diretamente a operação do supermercado.
Algumas práticas essenciais incluem:
- inventário rotativo, garantindo que o estoque físico esteja sempre alinhado ao sistema;
- organização do layout da loja com base nos dados de venda e comportamento do consumidor;
- ajustes contínuos no mix de produtos, priorizando itens de maior giro e margem.
Com dados confiáveis, a operação se torna mais previsível, organizada e eficiente.
A Casa Magalhães oferece soluções completas e integradas, como SysPDV e Varejofacil, que ajudam supermercados e varejistas a organizar a operação, reduzir perdas e ganhar eficiência no dia a dia.
A gestão de estoque no varejo deixou de ser apenas uma tarefa operacional. Em 2026, ela é uma alavanca estratégica para aumentar vendas, reduzir prejuízos, proteger a margem e melhorar a experiência do cliente.
Com processos bem definidos, métodos adequados e tecnologia integrada, o varejista consegue transformar o estoque em um aliado do crescimento, tomando decisões mais inteligentes, previsíveis e sustentáveis.
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