4 itens essenciais em uma lista de produtos para minimercado!

Autor: Casa Magalhães Assunto: Data: 10 de setembro de 2018
Customer Paying For Shopping

Gerenciar um minimercado é uma tarefa que requer planejamento de ações e adequação dos pedidos ao orçamento. Afinal, os consumidores que visitam minimercados buscam conveniência e praticidade. Com o arrefecimento da crise, que estimulou corridas às redes de atacarejos, os minimercados devem aproveitar o momento econômico para lucrar mais. Para evitar imprevistos e minimizar os riscos, é fundamental recorrer a uma lista de produtos para minimercado que contem os itens que não podem faltar em um estabelecimento do tipo, seja na área de vendas, administrativa ou checkout. Confira o nosso post de hoje!

Lista de produtos para minimercado

1. Equipamentos funcionais

Minimercados são lojas de autosserviço. Ou seja, os consumidores podem entrar e adquirir o que desejarem sem a necessidade do acompanhamento de um vendedor. Esse espaço corresponde à área de vendas.

Mesmo assim, é necessária uma estrutura mínima para receber e processar pagamentos, atender e relacionar-se com os clientes — é aqui que fica a chamada linha de frente. Para isso, alguns dos itens que você precisa incluem:

Estrutura de checkout

A cadeira e o espaço para instalação dos equipamentos necessários à operacionalização da compra — monitor, caixa registradora, maquineta — ficam neste local. A estrutura inteira é vendida em lojas de fornecedores para o varejo. É necessário que o espaço valorize a comodidade do cliente e garanta o conforto do funcionário.

Caixa registradora

Para controlar a entrada de dinheiro na loja e realizar transações rápidas e com credibilidade, a boa e velha caixa registradora é fundamental. Além de organizar e proteger as cédulas, uma máquina dessa natureza pode ter dezenas de outras funções à disposição — como impressão térmica — e pode ser conectada a um software de computador.

Maquineta de cartão de crédito

Embora as operações com cartão de crédito não saiam de graça para os varejistas, a opção de aceitar apenas dinheiro vivo nos pagamentos é arriscada. Atualmente, é cada vez mais comum o uso de meios eletrônicos e digitais de pagamentos. Cartões de crédito e débito são onipresentes nas capitais e grandes cidades e reduzem o inconveniente de andar com dinheiro no bolso.

Impressora (fiscal ou não-fiscal)

Com a Nota Fiscal Eletrônica ao Consumidor (NFC-e), alguns estados já não exigem que o comércio tenha uma impressora fiscal. O equipamento, mais caro do que uma impressora térmica comum, é necessário para emitir e armazenar notas fiscais para que o Fisco possa aferir.

A NFC-e pode é gerada e enviada eletronicamente e, portanto, não há a necessidade de impressão — a nota pode ser enviada, por exemplo, via SMS ou e-mail para o cliente. No entanto, ainda é comum encontrar clientes que preferem ter o papel em mãos. Nesse caso, uma impressora comum pode dar conta do recado.

Softwares

Para controlar todos os processos internos, você precisará de softwares dedicados, especialmente ERP e POS para gestão no ponto de vendas. Eles garantem agilidade e confiabilidade às operações.

Lojas de bairro existem há mais tempo do que computadores, mas isso não é desculpa para anotar as movimentações em um caderno. Os consumidores e a concorrência têm um perfil diferente e, se a sua loja não se adaptar, ela fica para trás.

2. Equipamentos de escritório

A área administrativa precisa estar equipada para o trabalho gerencial. Aqui serão realizadas atividades contábeis e administrativas de importância estratégica para o negócio. Um ambiente de trabalho organizado e limpo é o primeiro passo para um negócio lucrativo. Além disso, também não podem faltar:

Computadores e softwares

A maior parte dos programas de escritório exige pouca memória e poder de processamento. Por isso, você não precisa investir fortunas em computadores de ponta. Por outro lado, os softwares precisam ser originais. Acredite: não vale a pena instalar programas pirateados para controlar os processos de sua empresa. Seu sistema ficará vulnerável e seu negócio, sujeito a prejuízos.

Mesas, organizadores e estantes

Não é preciso investir muito em móveis planejados, mas uma boa estrutura de escritório garante que haverá espaço para a papelada gerada diariamente. Obviamente, não podem faltar papéis, canetas, impressora, organizadores de mesa e outros produtos dessa natureza.

3. Equipamentos da área de vendas

Essa é a área mais importante do negócio por dois motivos: primeiro, porque vai concentrar a maior parte do estoque da sua loja. Segundo, porque é onde seus clientes passarão a maior parte da experiência de compras. A área de vendas precisa ser bem planejada para facilitar a circulação e disponibilizar informações dos produtos — principalmente preços — de forma clara.

Veja os itens que não podem faltar.

Gôndolas

Há vários tipos de gôndolas disponíveis no mercado. Cabe a você escolher a mais apropriada de acordo com a arquitetura da sua loja. As gôndolas são formadas por peças de encaixe, facilmente montáveis, e servem para expor itens que não precisam de refrigeração.

Expositores

Produtos que precisam de refrigeração — como laticínios e carnes — e frutas são organizados nos expositores. Como há a necessidade de manter a temperatura baixa, são itens normalmente mais caros e que consomem energia. Portanto, tenha cuidado com o posicionamento dos expositores na loja, evitando lugares com incidência de luz solar.

Carrinhos e cestas

Indispensáveis para que o consumidor possa fazer suas compras com conforto, carrinhos e cestas contam com vários tamanhos e tipos disponíveis. Procure saber a demanda dos seus clientes — se eles vão à sua loja fazer compras grandes ou apenas reabastecer a despensa — para adquirir a quantidade certa de carrinhos e cestas de compras.

Freezers

Produtos que exigem uma refrigeração completa, como sorvetes e picolés, não podem ficar em expositores comuns. Para os freezers, vale a mesma dica: não deixe-os em lugares quentes onde bate a luz do sol.

4. Produtos para venda ao consumidor final

Muitos lojistas, especialmente os menos experientes, têm dúvidas quanto aos produtos que devem comercializar no varejo. Algumas perguntas podem ser respondidas com uma breve pesquisa de mercado. Em outras palavras, converse com os seus clientes. A maior vantagem de um mercadinho de vizinhança em relação aos hipermercados é a intimidade com os clientes.

Use essa proximidade para saber o que eles querem. Entenda o perfil econômico e social do bairro e trace sua estratégia de compras. Conheça abaixo os tipos de produtos mais comuns nos minimercados.

  • padaria;
  • hortifruti;
  • limpeza do lar;
  • higiene pessoal;
  • alimentos perecíveis e não-perecíveis;
  • bebidas e sucos;
  • papelaria.

Como despertar o desejo de compra no PDV

Para garantir a melhor experiência possível de compras aos seus clientes e vender o máximo possível, é preciso organizar os itens de forma estratégica para garantir uma boa comunicação visual. É comum que os clientes esqueçam que precisam de algo. Cabe a você fazer com que o ponto de venda esteja repleto de lembretes. Veja algumas dicas!

Tipos de organização das gôndolas

Há quatro tipos de disposição dos produtos nas gôndolas: vertical, horizontal, em blocos e aleatória. Para um minimercado, as mais recomendadas são a vertical e em blocos. Na organização vertical, cada categoria de produtos são disponibilizadas do teto ao chão, favorecendo o campo de visão dos clientes.

Já na organização em blocos, produtos de determinada marca ou categoria ocupa um espaço quadrilátero nas gôndolas. O tipo mais adequado dependerá do tipo e da quantidade de produtos à venda.

Etiquetas de preços e descontos

Um dos componentes mais importantes da comunicação visual no varejo são as etiquetas. Além de informar o valor correto da mercadoria, podem ser utilizadas para comunicar uma promoção ou desconto, atraindo a atenção do consumidor.

Variedade de produtos e marcas

Diferentes consumidores têm preferências distintas. Se você conhece as preferências dos clientes da região onde atua, é mais fácil saber quais marcas e volumes adquirir, o que reduz o desperdício e o risco do negócio. Se não conhece, corra atrás.

Abrir um mercado de vizinhança pode ser uma excelente oportunidade de negócios, apesar de não ser isenta de riscos. Por isso, vale a pena informar-se sobre técnicas de gestão de negócios, marketing e tecnologia. Esperamos que esta lista de produtos para minimercado tenha sido útil para você, se quiser receber mais conteúdos que podem ajudar na administração do seu negócio assine a nossa newsletter logo abaixo.

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